Claudiu Mutti
Claudio Mutti (nascido em 1946) formado em filologia clássica, traduziu para o italiano obras de Plutarco, Aratos, Porfírio, do Imperador Juliano e de Salústio. Depois de ter desenvolvido actividade docente e de pesquisa no Instituto de Filologia Fino-Úgrico de Língua e Literatura Húngara da Universidade de Bolonha, cargo a que teve que renunciar em 1974.Mutti escreveu diversas obras relativas ao folclore da Europa central, estudando o conteúdo simbólico das tradições populares seguindo os passos das indicações fornecidas por René Guénon. No âmbito de um aprofundado interesse pela cultura da área carpático-danubiana, traduziu numerosos documentos e depoimentos relativos ao movimento legionário romeno e ao movimento das cruzes flechadas húngaro. Em particular, investigou as relações de Mircea Eliade, Emil Cioran e Constantin Noica com o Movimento Legionário; fez pesquisas aprofundadas acerca da influência exercida por René Guénon e Julius Evola nos países da Europa danubiana; deu a conhecer em Itália importantes escritores tradicionalistas tais como o romeno Vasile Lovinescu e o húngaro Béla Hamvas.
Publicou uma vintena de livros e umas centenas de artigos em Itália, na Europa e alhures.
Obras publicadas/a publicar:
- Mircea Eliade e a Guarda de Ferro
Publicou uma vintena de livros e umas centenas de artigos em Itália, na Europa e alhures.
Obras publicadas/a publicar:
- Mircea Eliade e a Guarda de Ferro
Feira do Livro de Lisboa

As obras da Antagonista Editora podem ser encontradas nos stands B29-B31 (Contra Margem - Ariana Editora) desta edição da Feira do Livro de Lisboa.
(subindo do Marquês de Pombal para o Jardim Amália pelo lado esquerdo, logo depois do palco da praça amarela, corredor direito, antes do stand da Gradiva e à frente do stand da Sinais de Fogo).
(subindo do Marquês de Pombal para o Jardim Amália pelo lado esquerdo, logo depois do palco da praça amarela, corredor direito, antes do stand da Gradiva e à frente do stand da Sinais de Fogo).
Luís Couto
Luís António Raposo Tavares do Couto nasceu a 7 de Fevereiro de 1976, na ilha de São Miguel, Açores.Autodidacta por natureza, na adolescência começou a escrever os seus primeiros esboços poéticos, a compor as suas próprias canções e a publicar pequenos trabalhos de investigação no jornal “Eco”.
De 1997 a 1998 foi editor da revista Crepusculi Aurora, revista com um forte enfoque na cultura europeia pré-cristã, assim como na música inspirada nesta.
Desde 1999 que mantém o projecto musical The Joy of Nature, do qual é compositor e letrista. Este projecto, com as suas raízes assentes no folclore, tem editado regularmente em CD e vinil por editoras de diversas partes do mundo como a Ahnstern/Steinklang (Áustria) e a Little Somebody Records (E.U.A.). Como músico, tem ainda actuado ao vivo em grupos de música improvisada e colaborado com projectos como Sangre Cavallum ou Massa Última. Colaborou também, a nível musical, com o escritor japonês Kenji Siratori.
Ao longo do tempo tem contribuído com poemas e textos sobre etnografia para revistas como a “Atlântida”, “Robur” e “Verbo 21”. Publicou dois contos – “Era uma vez uma cortina...” e “The Shepherd’s Tea” – parte integrante de discos dos seus projectos musicais.
Tendo há muito um grande interesse pelas disciplinas iniciáticas do extremo-oriente, traduziu para português a obra “Empty Cloud: The Teachings of Xu Yun”, para a Ordem Budista Zen de Hsu Yun, da qual faz parte.
Apesar de se ter licenciado em Gestão de Empresas, os seus principais interesses centram-se na metafísica, etnografia, música e literatura.
Obras publicadas/a publicar:
- A Tradição Perene nos Açores
De 1997 a 1998 foi editor da revista Crepusculi Aurora, revista com um forte enfoque na cultura europeia pré-cristã, assim como na música inspirada nesta.
Desde 1999 que mantém o projecto musical The Joy of Nature, do qual é compositor e letrista. Este projecto, com as suas raízes assentes no folclore, tem editado regularmente em CD e vinil por editoras de diversas partes do mundo como a Ahnstern/Steinklang (Áustria) e a Little Somebody Records (E.U.A.). Como músico, tem ainda actuado ao vivo em grupos de música improvisada e colaborado com projectos como Sangre Cavallum ou Massa Última. Colaborou também, a nível musical, com o escritor japonês Kenji Siratori.
Ao longo do tempo tem contribuído com poemas e textos sobre etnografia para revistas como a “Atlântida”, “Robur” e “Verbo 21”. Publicou dois contos – “Era uma vez uma cortina...” e “The Shepherd’s Tea” – parte integrante de discos dos seus projectos musicais.
Tendo há muito um grande interesse pelas disciplinas iniciáticas do extremo-oriente, traduziu para português a obra “Empty Cloud: The Teachings of Xu Yun”, para a Ordem Budista Zen de Hsu Yun, da qual faz parte.
Apesar de se ter licenciado em Gestão de Empresas, os seus principais interesses centram-se na metafísica, etnografia, música e literatura.
Obras publicadas/a publicar:
- A Tradição Perene nos Açores
John Pilger
John Pilger é um autor, realizador de documentários e jornalista de renome internacional, iniciou a sua carreira em 1958 na Austrália, de onde é natural, antes de se mudar para Londres nos anos 60. Galardoado três vezes com o título de Jornalista do Ano, duas vezes com o Prémio da Paz da ONU para a Comunicação Social, um Emmy, Personalidade do Ano (EMMA) e em 2009 foi premiado com o Prémio da Paz de Sidney, o galardão internacional australiano para defensores dos direitos humanos.Considera o testemunho directo como sendo a essência do jornalismo de qualidade. Tem sido correspondente estrangeiro e repórter de guerra nas linhas da frente desde a guerra do Vietname em 1967. É um crítico apaixonado das intervenções militares e económicas levadas a cabo pelos governos ocidentais.
“É demasiado fácil”, diz, “para os jornalistas ocidentais verem a Humanidade em termos de utilidade para os ‘nossos’ interesses e apoiarem as agendas governamentais que ordenam bons e maus tiranos, vítimas boas ou más e apresentam as ‘nossas’ políticas como sendo sempre benignas quando na verdade são exactamente o oposto.”
Acredita que o dever do jornalista passa também pela salvaguarda da memória pública, cita frequentemente Milan Kundera: “O combate do povo contra o poder é o combate da memória contra o esquecimento.”
“O trabalho de John Pilger tem sido um raio de luz numa era geralmente obscura. As realidades que trouxe à luz têm sido, sempre, uma revelação e a sua coragem e visão têm sido uma inspiração constante.” - Noam Chomsky
“John Pilger desenterra, com uma atenção de ferro, os factos, as mais sujas verdades, e apresenta-as tais quais são.” - Harold Pinter
No britânico Daily Mirror foi inicialmente cronista, posteriormente correspondente especial e finalmente correspondente internacional principal. Escreveu relatos por todo o mundo e cobriu diversas guerras, sendo a mais notável a do Vietname. Ainda nos seus vintes, tornou-se no mais jovem jornalista a receber o maior galardão jornalístico da Grã Bretanha, o de Jornalista do Ano (foi também o primeiro jornalista a ser agraciado duas vezes com este galardão). Indo para os Estados Unidos, noticiou as atribulações dos anos 60 e 70. Marchou com os pobres dos EUA do Alabama até Washington, no rescaldo do assassinato de Martin Luther King e encontrava-se na mesma sala que Robert Kennedy, candidato à presidência dos EUA, quando este foi assassinado, em Junho de 1968.
O seu trabalho do Sudeste da Ásia deu azo a um número memorável do Daily Mirror, quase todo dedicado aos seus relatos exclusivos do Camboja no rescaldo do reinado de Pol Pot. O resultado directo dos seus relatos no Mirror e do documentário subsequente, “Camboja: Ano Zero”, foi a angariação de mais de 40 milhões de dólares para o povo desse flagelado país. De igual modo, os seus relatos sobre Timor Leste, para onde se deslocou clandestinamente em 1993, colabororaram para a onda de apoio para com o povo timorense, na altura vítima de uma ocupação brutal por parte da Indonésia. A sua reputação como jornalista “de causas” cresceu.
Desde que saiu do Daily Mirror, em 1986, que tem trabalhado como jornalista freelancer. Os seus artigos têm sido publicados em vários jornais de todo o mundo, como o Guardian, o Independent, o New York Times, o Los Angeles Times, o South China Morning Post, o Mail & Guardian (África do Sul), o Sidney Morning Herald e o The Age (Austrália), o Aftonbladet (Suécia), o Morgenbladet (Noruega) e o Il Manifesto (Itália). Tem, desde 1991, uma coluna quinzenal na revista New Statesman.
Obras publicadas/a publicar:
- A Liberdade Fica para a Próxima
Obras publicadas noutras editoras:
- O Mundo nas Mãos, O Que os Média Não Dizem sobre os Novos Donos do Mundo, Bizâncio, 2004.
“É demasiado fácil”, diz, “para os jornalistas ocidentais verem a Humanidade em termos de utilidade para os ‘nossos’ interesses e apoiarem as agendas governamentais que ordenam bons e maus tiranos, vítimas boas ou más e apresentam as ‘nossas’ políticas como sendo sempre benignas quando na verdade são exactamente o oposto.”
Acredita que o dever do jornalista passa também pela salvaguarda da memória pública, cita frequentemente Milan Kundera: “O combate do povo contra o poder é o combate da memória contra o esquecimento.”
“O trabalho de John Pilger tem sido um raio de luz numa era geralmente obscura. As realidades que trouxe à luz têm sido, sempre, uma revelação e a sua coragem e visão têm sido uma inspiração constante.” - Noam Chomsky
“John Pilger desenterra, com uma atenção de ferro, os factos, as mais sujas verdades, e apresenta-as tais quais são.” - Harold Pinter
No britânico Daily Mirror foi inicialmente cronista, posteriormente correspondente especial e finalmente correspondente internacional principal. Escreveu relatos por todo o mundo e cobriu diversas guerras, sendo a mais notável a do Vietname. Ainda nos seus vintes, tornou-se no mais jovem jornalista a receber o maior galardão jornalístico da Grã Bretanha, o de Jornalista do Ano (foi também o primeiro jornalista a ser agraciado duas vezes com este galardão). Indo para os Estados Unidos, noticiou as atribulações dos anos 60 e 70. Marchou com os pobres dos EUA do Alabama até Washington, no rescaldo do assassinato de Martin Luther King e encontrava-se na mesma sala que Robert Kennedy, candidato à presidência dos EUA, quando este foi assassinado, em Junho de 1968.
O seu trabalho do Sudeste da Ásia deu azo a um número memorável do Daily Mirror, quase todo dedicado aos seus relatos exclusivos do Camboja no rescaldo do reinado de Pol Pot. O resultado directo dos seus relatos no Mirror e do documentário subsequente, “Camboja: Ano Zero”, foi a angariação de mais de 40 milhões de dólares para o povo desse flagelado país. De igual modo, os seus relatos sobre Timor Leste, para onde se deslocou clandestinamente em 1993, colabororaram para a onda de apoio para com o povo timorense, na altura vítima de uma ocupação brutal por parte da Indonésia. A sua reputação como jornalista “de causas” cresceu.
Desde que saiu do Daily Mirror, em 1986, que tem trabalhado como jornalista freelancer. Os seus artigos têm sido publicados em vários jornais de todo o mundo, como o Guardian, o Independent, o New York Times, o Los Angeles Times, o South China Morning Post, o Mail & Guardian (África do Sul), o Sidney Morning Herald e o The Age (Austrália), o Aftonbladet (Suécia), o Morgenbladet (Noruega) e o Il Manifesto (Itália). Tem, desde 1991, uma coluna quinzenal na revista New Statesman.
Obras publicadas/a publicar:
- A Liberdade Fica para a Próxima
Obras publicadas noutras editoras:
- O Mundo nas Mãos, O Que os Média Não Dizem sobre os Novos Donos do Mundo, Bizâncio, 2004.
Já disponível para envio: A Grande Guerra dos Continentes
"Dugin e a sua filosofia não são um episódio insignificante da história intelectual russa; pelo contrário, reflectem a tendência dominante nas actuais correntes políticas e culturais da Rússia. Se quisermos compreender o actual zeitgeist russo, é essencial familiarizar-nos com este intelectual, que exprime os mais profundos sentimentos quer de muitos dos seus concidadãos quer dos seus governantes”. - Azure (Israel)
"Na visão apocalíptica de Dugin, a história do mundo consiste de um confronto centenário entre o hierarquicamente organizado poderio continental "eurásico" e o poderio naval liberal "atlantista". Actualmente, este confronto decorre com a Rússia e os EUA como os principais representantes destes dois tipos antagónicos de civilização, e a batalha final aproxima-se". - Free Republic (EUA)
"Este movimento liderado por Alexander G. Dugin, com a simpatia de Putin, associa num espaço geopolítico comum as potências continentais". - Revista da Armada (Portugal)
"Notório promotor da ideologia eurásica". - World Policy Journal (EUA).
A Grande Guerra dos Continentes enuncia, de modo acessível e condensado, as bases de fundo do Atlantismo (o primado da economia sobre a política) e da ideologia Eurásica (o primado da política sobre a economia), as duas forças antagónicas pelas quais já se regiam as ancestrais Roma e Cartago e, actualmente, se regem as duas maiores potências mundiais: os Estados Unidos da América e a Rússia. É uma obra de referência para qualquer estudante de ciências políticas, principalmente na sua vertente geopolítica, embora aborde, ainda que de modo irónico e bem humorado, a existência de duas “teorias da conspiração”, sob as quais recai a responsabilidade de boa parte dos eventos da História europeia e mundial.
Aleksandr Dugin, nascido em 1962, é professor de sociologia e director do Centro de Estudos Conservadores da Faculdade de Sociologia da Universidade Estatal de Moscovo, doutor em Ciências Políticas, fundador da Escola Moderna de Geopolítica Russa e líder do Movimento Internacional Eurásico.
Em 1999 foi presidente de secção do "Centro de Análises Geopolíticas" do Conselho de Analistas para os Assuntos de Segurança Nacional junto do Presidente da Duma (Assembleia Legislativa russa).
Desde Março de 2008 é o ideólogo oficioso do partido Rússia Unida, partido do governo presidido por Vladimir Putin, de acordo com a informação constante da página oficial do Мovimento Internacional Eurásico. É considerado actualmente como o intelectual mais influente da Rússia, próximo quer do primeiro-ministro, quer do presidente e, inclusive, de muitos líderes da oposição.
É autor de mais de 20 obras, algumas já traduzidas para o inglês, o francês, o italiano, o romeno, o árabe e o espanhol, entre outras línguas nas quais, agora, se inclui o português.
Preço: 10€ (portes incluídos)
Formato: 19,5/12
Páginas: 110
ISBN: Brevemente
Colecção SPO
A Antagonista Editora encontra-se a preparar uma colecção de ovniologia inédita em Portugal. Esta colecção disponibilizará pela primeira vez uma série de livros sérios, de teor científico, acerca da questão dos Objectos Voadores Não Identificados.De modo a avaliar o rigor científico da colecção a Antagonista Editora firmou um acordo com a Sociedade Portuguesa de Ovniologia (SPO) que se deu ao trabalho de nos sugerir os títulos das vinte obras de ovniologia mais relevantes publicadas até agora.
A temática OVNI tem vindo a despertar não só na população portuguesa mas também na nossa comunidade científica um interesse que se tem reflectido nos meios de comunicação social, esperamos com esta colecção contribuir para a informação e o debate geral em redor deste, polémico, tema.
Data prevista de lançamento:A Confirmar.
- "Relatório sobre os Objectos Voadores Não Identificados" de Edward J. Ruppelt
- "Análise Científica dos Objectos Voadores Não Identificados" de Edward Condon (em dois volumes)
- "Raptados: Porque Razão as Pessoas Acreditam que Foram Raptadas por Extraterrestres" de Susan A. Clancy
- "A Desconstrução de um Mito" de Carlos Reis e Ubirajara F. Rodrigues
A temática OVNI tem vindo a despertar não só na população portuguesa mas também na nossa comunidade científica um interesse que se tem reflectido nos meios de comunicação social, esperamos com esta colecção contribuir para a informação e o debate geral em redor deste, polémico, tema.
Data prevista de lançamento:A Confirmar.
Títulos confirmados:
- "Relatório sobre os Objectos Voadores Não Identificados" de Edward J. Ruppelt
- "Análise Científica dos Objectos Voadores Não Identificados" de Edward Condon (em dois volumes)
- "Raptados: Porque Razão as Pessoas Acreditam que Foram Raptadas por Extraterrestres" de Susan A. Clancy
- "A Desconstrução de um Mito" de Carlos Reis e Ubirajara F. Rodrigues
Títulos em prospecção:
- "Discos Voadores: Um Mito Moderno de Coisas Vistas nos Céus" de Carl Gustav Jung
- "OVNIs: Um debate Científico" de Carl Sagan e Thornton Page
- "A Experiência OVNI: Uma Análise Científica" de J. Allen Hynek
- "Os OVNIs Explicados" de Philip J. Klass
- "Dimensões: Um Dossier de Contactos Alienígenas" de Jacques Vallée
- "Confrontações: A Busca de um Cientista por Contacto Alienígena" de Jacques Vallée
- "Revelações: Contacto Alienígena e Logro Humano" de Jacques Vallée
- "Objectos Voadores Não-Convencionais: Uma Análise Científica" de Paul R. Hill
- "Actas da Conferência de Estudo dos Raptos Extraterrestres" de V/A
- "Raptos: Encontros Humanos com Extraterrestres" de John E. Mack
- "O Enigma OVNI, Uma Nova Análise às Provas Físicas" de P.A. Sturrock
- "A Atracção pelo Abismo: Paixões Científicas, Crenças Religiosas e a Busca pelos OVNIs" de Brenda Denzler
- "Fenómenos Aeroespaciais Não Identificados, Um desafio à Ciência" de V/A
- "Tempestade de Fogo: O Combate do Dr. James E. McDonald Pela Ovniologia" de Ann Druffel
- "Dossier COMETA" de V/A
- "OVNIs: Um debate Científico" de Carl Sagan e Thornton Page
- "A Experiência OVNI: Uma Análise Científica" de J. Allen Hynek
- "Os OVNIs Explicados" de Philip J. Klass
- "Dimensões: Um Dossier de Contactos Alienígenas" de Jacques Vallée
- "Confrontações: A Busca de um Cientista por Contacto Alienígena" de Jacques Vallée
- "Revelações: Contacto Alienígena e Logro Humano" de Jacques Vallée
- "Objectos Voadores Não-Convencionais: Uma Análise Científica" de Paul R. Hill
- "Actas da Conferência de Estudo dos Raptos Extraterrestres" de V/A
- "Raptos: Encontros Humanos com Extraterrestres" de John E. Mack
- "O Enigma OVNI, Uma Nova Análise às Provas Físicas" de P.A. Sturrock
- "A Atracção pelo Abismo: Paixões Científicas, Crenças Religiosas e a Busca pelos OVNIs" de Brenda Denzler
- "Fenómenos Aeroespaciais Não Identificados, Um desafio à Ciência" de V/A
- "Tempestade de Fogo: O Combate do Dr. James E. McDonald Pela Ovniologia" de Ann Druffel
- "Dossier COMETA" de V/A

Já disponível para envio:
Jonah é uma Inteligência Artificial, uma sonda destinada a explorar os oceanos gasosos de Júpiter, em busca de vida inteligente. Concebida na forma de um golfinho mecânico, possui a personalidade de uma criança de 13 anos - precisamente a idade em que faleceu o filho de Anton Kraj.
Da convivência entre os dois surge uma verdadeira cumplicidade, num turbilhão de eventos que ligam na perfeição o estilo da ficção científica com o do romance policial, será Jonah uma máquina ou um individuo? Num futuro, mesmo aqui à porta, como será a nossa relação psicológica com máquinas programadas para terem sentimentos?
Mary Rosenblum é uma escritora estadunidense de ficção científica e de romances policiais (sob o pseudónimo de Mary Freeman) finalista dos prémios Hugo e Nébula, galardoada com os prémios Sidewise, Crook e Asimov’s Readers Poll.
Preço: 12€ (portes incluídos)
Formato: 17,5/11
Páginas: 92 (de 184)
ISBN: 978-989-8336-04-0
Nota: Volume Duplo, inclui Pela Sombra Morrerão.
Já disponível para envio:
Agora, a sua mente conserva uma única determinação: procurar vingança nos descendentes do ser que o transformou. E será, pois, desta forma que Elisa Northwood e a sua filha Christabel serão alvo da tenebrosa vontade do vampiro, caminhando na senda da vingança do imortal, à medida que ele próprio revive o seu passado.
Uma obra que recupera o vampiro como personagem histórico brutal e violento, quase despojado de quaisquer sentimentos e noções de humanidade.
Carla Ribeiro é uma jovem autora portuguesa que conta já com nove obras publicadas nas áreas da poesia e do fantástico além da colaboração em diversas antologias e na revista Dagon, uma das duas revistas portuguesas dedicadas ao género fantástico.
Preço: 12€ (portes incluídos)
Páginas: 92 (de 184)
ISBN: 978-989-8336-04-0
Nota: Volume Duplo, inclui Golfinho de Júpiter.
103º aniversário de Mircea Eliade
A Antagonista Editora estará presente, com uma pequena banca, nas comemorações organizadas para o 103º aniversário do nascimento de Mircea Eliade organizadas, pelas F.L.A.C. Produções e pelo Die Elektrischen Vorspiele, para o dia 13 de Março.As comemorações incluirão a exibição de três filmes inspirados na obra do filósofo romeno, Uma Segunda Juventude, Eu Sunt Adam e Domnisoara Christina.
Para além disto decorrerá uma actuação ao vivo inspirada na obra O Xamanismo e as Técnicas Arcaicas do Êxtase por parte dos projectos musicais Wolfskin, Stalker Vitki e Plateau Omega.
O evento conta com o apoio da Ah!Photo e da Team Kali, o início das festividades está agendado para as 22h30m com duração prevista até às 04h da madrugada. O evento irá decorrer na Associação Recreativa e Juvenil Fábrica do Som.
Realçamos que a Antagonista tem agendado para Maio o lançamento da obra Mircea Eliade e a Guarda de Ferro, da autoria de Claudio Mutti.
Para além disto decorrerá uma actuação ao vivo inspirada na obra O Xamanismo e as Técnicas Arcaicas do Êxtase por parte dos projectos musicais Wolfskin, Stalker Vitki e Plateau Omega.
O evento conta com o apoio da Ah!Photo e da Team Kali, o início das festividades está agendado para as 22h30m com duração prevista até às 04h da madrugada. O evento irá decorrer na Associação Recreativa e Juvenil Fábrica do Som.
Realçamos que a Antagonista tem agendado para Maio o lançamento da obra Mircea Eliade e a Guarda de Ferro, da autoria de Claudio Mutti.
Edward J. Ruppelt
Edward J. Ruppelt, nascido no Iowa a 17 de Julho de 1923, faleceu no dia 15 de Setembro de 1960, era um oficial da Força Aérea dos Estados Unidos conhecido pela sua participação no polémico Projecto Livro Azul, um estudo formal do governo dos EUA do fenómeno dos objectos voadores não identificados. É considerado o autor do termo “objecto voador não identificado”, que substituiu o termo “disco voador”, na altura muito popular.Ruppelt nasceu e cresceu no Iowa, alistou-se na Força Aérea no decorrer da Segunda Guerra Mundial e serviu com distinção como bombardeiro, foi galardoado com cinco estrelas de guerra, duas faixas honoríficas pela sua performance em teatro de combate, três medalhas de mérito da Força Aérea e duas cruzes de mérito também da Força Aérea.
Após a guerra, Ruppelt entrou para a reserva territorial. Frequentou a Universidade Estatal do Iowa, na qual obteve uma licenciatura em engenharia aeronáutica. Pouco depois da sua licenciatura, Ruppelt foi reactivado nos seus deveres militares após o início da Guerra da Coreia.
Foi destacado para a sede dos Serviços de Informações do Departamento Técnico da Força Aérea, sedeado na base da Força Aérea em Wright-Patterson. Esta base era também a sede de duas investigações formais, do governo, sobre o fenómeno dos objectos voadores não identificados (OVNI): o Projecto Sinal e o Projecto Grudge.
O Projecto Grudge culminou na criação do Projecto Livro Azul, sob a direcção de Edward J. Ruppelt. O resultado desta investigação formal do governo dos Estados Unidos, a primeira do seu género que constitui, também, a primeira obra publicada sobre o fenómeno, dá pelo nome de “Relatório Sobre o Fenómeno O.V.N.I.”, publicada agora pela primeira vez em Portugal na Colecção SPO da Antagonista Editora, colecção sancionada e organizada pela Sociedade Portuguesa de Ovniologia.
Obras publicadas/a publicar
*Relatório Sobre o Fenómeno O.V.N.I.
Após a guerra, Ruppelt entrou para a reserva territorial. Frequentou a Universidade Estatal do Iowa, na qual obteve uma licenciatura em engenharia aeronáutica. Pouco depois da sua licenciatura, Ruppelt foi reactivado nos seus deveres militares após o início da Guerra da Coreia.
Foi destacado para a sede dos Serviços de Informações do Departamento Técnico da Força Aérea, sedeado na base da Força Aérea em Wright-Patterson. Esta base era também a sede de duas investigações formais, do governo, sobre o fenómeno dos objectos voadores não identificados (OVNI): o Projecto Sinal e o Projecto Grudge.
O Projecto Grudge culminou na criação do Projecto Livro Azul, sob a direcção de Edward J. Ruppelt. O resultado desta investigação formal do governo dos Estados Unidos, a primeira do seu género que constitui, também, a primeira obra publicada sobre o fenómeno, dá pelo nome de “Relatório Sobre o Fenómeno O.V.N.I.”, publicada agora pela primeira vez em Portugal na Colecção SPO da Antagonista Editora, colecção sancionada e organizada pela Sociedade Portuguesa de Ovniologia.
Obras publicadas/a publicar
*Relatório Sobre o Fenómeno O.V.N.I.
Kirkpatrick Sale
Kirkpatrick Sale, nascido em Ítaca, Nova Iorque, em 1937, é um autor americano que tem escrito, prolificamente, acerca do ludismo, do ambientalismo (com destaque para a vertente da ecologia profunda), os malefícios da tecnologia e os benefícios do descentralismo.Sale obteve a sua licenciatura em História na Universidade de Cornell, em 1958. Os seus escritos foram publicados em publicações tão conceituadas como The New York Review of Books, The Nation, The New York Times Magazine, Le Monde Diplomatique e a Newsweek. Num âmbito mais marginal, de tendência libertária, é um dos colaboradores da CounterPunch.
Foi um dos instigadores do protesto de 23 de Maio de 1958, em protesto contra a política de proibição da confraternização entre estudantes do século masculino e feminino da sua universidade, junto com Richard Farina.
Ainda na universidade, foi também editor do Cornell Daily Sun, jornal gerido e mantido, na íntegra, por estudantes.
É considerado a maior autoridade no que diz respeito aos movimentos separatistas dos Estados Unidos da América, ocupando nessa qualidade o posto de director do Instituto de Middlebury, e uma das referências da ecologia profunda e do primitivismo.
A título de curiosidade, aquando da sua licenciatura, em 1958, casou-se com Faith Apfelbaum, que se tornaria na editora de Thomas Pynchon, Joseph Heller e Kurt Vonnegut, entre outros.
Obras publicadas/a publicar
*Residentes das Terras, A Visão Bioregionalista
*Rebeldes Contra o Futuro, A Guerra dos Luditas Contra a Revolução Industrial
Foi um dos instigadores do protesto de 23 de Maio de 1958, em protesto contra a política de proibição da confraternização entre estudantes do século masculino e feminino da sua universidade, junto com Richard Farina.
Ainda na universidade, foi também editor do Cornell Daily Sun, jornal gerido e mantido, na íntegra, por estudantes.
É considerado a maior autoridade no que diz respeito aos movimentos separatistas dos Estados Unidos da América, ocupando nessa qualidade o posto de director do Instituto de Middlebury, e uma das referências da ecologia profunda e do primitivismo.
A título de curiosidade, aquando da sua licenciatura, em 1958, casou-se com Faith Apfelbaum, que se tornaria na editora de Thomas Pynchon, Joseph Heller e Kurt Vonnegut, entre outros.
Obras publicadas/a publicar
*Residentes das Terras, A Visão Bioregionalista
*Rebeldes Contra o Futuro, A Guerra dos Luditas Contra a Revolução Industrial
Robert Reed
Robert Reed nasceu em Omaha, no Nebraska, a 9 de Outubro de 1956. Frequentou o Liceu de Benson e, de seguida, a Universidade Wesleyana do Nebraska (UWN), em Lincoln, onde obteve o seu bacharelato em biologia em 1987. Trabalhou como técnico de laboratório na UWN em 1979 e em 1980, e numa empresa de arquitectura entre 1978 e 1987, desde 1987 tem conseguido viver da escrita a tempo inteiro, como autor de ficção científica.Com onze romances publicados até à data nos EUA, foi o vencedor, em 1986, do concurso literário L. Ron Hubbard Writers of the Future (sob pseudónimo Robert Touzalin), fundado por Ron Hubbard em 1983, tem publicadas mais de 180 obras curtas tanto em revistas como em antologias.
Reed conta com obra traduzida já publicada na Rússia, no Japão, na Espanha e na França, país no qual foi galardoado, em 1991, com o Grand Prix de l'Imaginaire na categoria de melhor autor estrangeiro.
Foi diversas vezes finalista dos prémios Hugo e Nébula, foi vencedor do Asimov’s Readers Pool de 1996 e de 2002, galardão anual desta conceituada revista americana atribuído aos autores eleitos pelos leitores da revista como tendo sido os melhores do ano, e, finalmente, galardoado com o cobiçado prémio Hugo em 2006.
Vive ainda em Lincoln, no Nebraska, com a sua esposa e a sua filha.
Obras publicadas/a publicar
Um Bilião de Evas
Reed conta com obra traduzida já publicada na Rússia, no Japão, na Espanha e na França, país no qual foi galardoado, em 1991, com o Grand Prix de l'Imaginaire na categoria de melhor autor estrangeiro.
Foi diversas vezes finalista dos prémios Hugo e Nébula, foi vencedor do Asimov’s Readers Pool de 1996 e de 2002, galardão anual desta conceituada revista americana atribuído aos autores eleitos pelos leitores da revista como tendo sido os melhores do ano, e, finalmente, galardoado com o cobiçado prémio Hugo em 2006.
Vive ainda em Lincoln, no Nebraska, com a sua esposa e a sua filha.
Obras publicadas/a publicar
Um Bilião de Evas
Misha'El Yehudá
Misha’El Yehudá Ben Yisrael, nascido a 10 de Junho de 1966 em Belém, São Paulo, no Brasil, é um rabino brasileiro, mestre em Cabala, guionista, multi-instrumentista e especialista em criptologia bíblica, foi o primeiro rabino do movimento B’nei Anussim no Brasil.Após passar a adolescência como ministro de música e louvor em Igrejas Cristãs, caminho que fora obrigado a seguir, voltou-se de corpo e alma para resgatar suas origens judaico-ancestrais.
Este resgate começou no ano hebreu de 5756 [1996], quando, durante um sonho ele ouviu uma tradicional canção judaica, a qual jamais tivera conhecimento. Iniciou então uma viagem incansável na busca de respostas.
Rav Misha’El descobriu que se tratava de parte de uma canção muito conhecida por seus antepassados judeus, o canto “O Ma’Tovu” [entoado em todas as sinagogas do mundo no inicio dos rituais].
Após incansáveis tentativas empreendidas na tentativa de conhecer mais o judaísmo, onde por inúmeras vezes sentiu na pele a força da discriminação e da segregação, conseguiu acesso aos rituais do shabbat [o sábado judeu] em uma sinagoga no bairro do Bom Retiro, em São Paulo.
Em Janeiro de 2000 [5759], ele iniciou na cidade de Suzano, São Paulo, a “Primeira Sinagoga do Movimento B´nei Anussim”, trazendo de volta à prática judaica dezenas de famílias situadas nos dezasseis municípios do Alto Tiete, cujas origens judaicas, haviam se perdido no decorrer dos anos forçadamente, em decorrência das muitas perseguições anti-semitas.
No ano de 2002 [5761], recebeu sua ordenação rabínica pela Sinagoga Aron HaBrit [Academia de Cabala] no Rio de Janeiro. Ainda em 2002, através de uma experiência mística, recebeu revelações sobre as causas do Holocausto e as verdadeiras origens do nazismo de um rabino Cabalista falecido em 1955 [Estas informações seriam usadas na criação de um documentário sobre o Shoá].
Em 2003 [5762], numa única manhã em um ritual conhecido como brit milá [aliança da circuncisão], devolveu ao Pacto de Abraão “onze homens”, todos circuncidados no ritual.
O movimento cresceu, e está ganhando espaço no Estado de São Paulo e em muitos estados do Brasil. Hoje, o Rabino e Cabalista Misha’El Yehudá Ben Yisrael, é uma referência no ensino da cabala judaica cumprindo a profecia dos Cabalistas antigos, de que a “Sabedoria da Cabala seria ensinada a todas as pessoas no mundo, inclusive crianças na idade de seis anos”. Seu esforço no trabalho de devolver ao judaísmo as pessoas que perderam suas origens judaicas têm se mostrado de suma importância, uma vez que não há discriminação de raça, cor, credo ou posição social. Nas palavras do rabino: “Yisrael [Yashar-El= Reto em D´us] é um estado em potencial para alcançar a iluminação messiânica existente dentro de todo ser humano”. A iluminação messiânica é o estado final do processo de correcção espiritual da pessoa”.
Desde de Novembro de 2006, o movimento ganhou dimensão nacional sendo preparado também para ajudar na classificação e agregação dos B´nei Anussim em todo o mundo, passando a se chamar “Associação Cabalista Judaica Mundial Para A Agregação De Todos Os Povos Através Da Sabedoria Da Cabala – Gará Kulam Moshav”.
O termo 'B´nei Anussim' vem do hebraico, sendo 'B´nei' plural da palavra 'Ben [filho]' e 'Anussim' plural da palavra 'Anus [Forçado]' resultando então em 'Filhos Forçados' que é uma senteça designada para aqueles judeus que foram 'forçados' à conversão católica através das muitas 'inquisições'. Semelhantemente, o termo 'maranos' que outrora, acreditava-se ser do espanhol cujo significado é 'porco', é na verdade um acróstico hebreu formado pelas palavras 'mar [amargura]' e 'anus [forçado]' resultando então em 'Forçados à Amargura', que é também designado para o tratamento dos milhões de judeus que foram forçados à conversão, tornando-se 'cristãos novos'. O próprio descobridor do Brasil era um 'anussim'. Pedro Alvarez Cabral chegou ao Brasil utilizando-se de mapas feitos pelo rabino Cabalista Abraham Zacuto.
O Rabino maranista e Cabalista Misha’El, é um especialista em criptologia bíblica há mais de dez anos, tendo conhecido os segredos dos códigos da Bíblia ainda na adolescência, encontrando diversos códigos na Bíblia que se cumpriram, alguns como a reeleição do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que fora publicado em jornal, vindo causar um grande barulho entre os Petistas em todo o País, ao constatarem a veracidade do código.
Algumas pesquisas realizadas, revelaram códigos surpreendentes, como a 'Queda do Boeing da Gol', que mostraram ligações maiores do que um simples choque entre aeronaves.
No texto criptografado encontra no Livro de Iº Samuel, escrito no 10º século AEC [Antes da Era Comum], o rabino encontrou até mesmo alguns dos nomes dos passageiros que estavam no voo 1907 da Gol.
Este resgate começou no ano hebreu de 5756 [1996], quando, durante um sonho ele ouviu uma tradicional canção judaica, a qual jamais tivera conhecimento. Iniciou então uma viagem incansável na busca de respostas.
Rav Misha’El descobriu que se tratava de parte de uma canção muito conhecida por seus antepassados judeus, o canto “O Ma’Tovu” [entoado em todas as sinagogas do mundo no inicio dos rituais].
Após incansáveis tentativas empreendidas na tentativa de conhecer mais o judaísmo, onde por inúmeras vezes sentiu na pele a força da discriminação e da segregação, conseguiu acesso aos rituais do shabbat [o sábado judeu] em uma sinagoga no bairro do Bom Retiro, em São Paulo.
Em Janeiro de 2000 [5759], ele iniciou na cidade de Suzano, São Paulo, a “Primeira Sinagoga do Movimento B´nei Anussim”, trazendo de volta à prática judaica dezenas de famílias situadas nos dezasseis municípios do Alto Tiete, cujas origens judaicas, haviam se perdido no decorrer dos anos forçadamente, em decorrência das muitas perseguições anti-semitas.
No ano de 2002 [5761], recebeu sua ordenação rabínica pela Sinagoga Aron HaBrit [Academia de Cabala] no Rio de Janeiro. Ainda em 2002, através de uma experiência mística, recebeu revelações sobre as causas do Holocausto e as verdadeiras origens do nazismo de um rabino Cabalista falecido em 1955 [Estas informações seriam usadas na criação de um documentário sobre o Shoá].
Em 2003 [5762], numa única manhã em um ritual conhecido como brit milá [aliança da circuncisão], devolveu ao Pacto de Abraão “onze homens”, todos circuncidados no ritual.
O movimento cresceu, e está ganhando espaço no Estado de São Paulo e em muitos estados do Brasil. Hoje, o Rabino e Cabalista Misha’El Yehudá Ben Yisrael, é uma referência no ensino da cabala judaica cumprindo a profecia dos Cabalistas antigos, de que a “Sabedoria da Cabala seria ensinada a todas as pessoas no mundo, inclusive crianças na idade de seis anos”. Seu esforço no trabalho de devolver ao judaísmo as pessoas que perderam suas origens judaicas têm se mostrado de suma importância, uma vez que não há discriminação de raça, cor, credo ou posição social. Nas palavras do rabino: “Yisrael [Yashar-El= Reto em D´us] é um estado em potencial para alcançar a iluminação messiânica existente dentro de todo ser humano”. A iluminação messiânica é o estado final do processo de correcção espiritual da pessoa”.
Desde de Novembro de 2006, o movimento ganhou dimensão nacional sendo preparado também para ajudar na classificação e agregação dos B´nei Anussim em todo o mundo, passando a se chamar “Associação Cabalista Judaica Mundial Para A Agregação De Todos Os Povos Através Da Sabedoria Da Cabala – Gará Kulam Moshav”.
O termo 'B´nei Anussim' vem do hebraico, sendo 'B´nei' plural da palavra 'Ben [filho]' e 'Anussim' plural da palavra 'Anus [Forçado]' resultando então em 'Filhos Forçados' que é uma senteça designada para aqueles judeus que foram 'forçados' à conversão católica através das muitas 'inquisições'. Semelhantemente, o termo 'maranos' que outrora, acreditava-se ser do espanhol cujo significado é 'porco', é na verdade um acróstico hebreu formado pelas palavras 'mar [amargura]' e 'anus [forçado]' resultando então em 'Forçados à Amargura', que é também designado para o tratamento dos milhões de judeus que foram forçados à conversão, tornando-se 'cristãos novos'. O próprio descobridor do Brasil era um 'anussim'. Pedro Alvarez Cabral chegou ao Brasil utilizando-se de mapas feitos pelo rabino Cabalista Abraham Zacuto.
O Rabino maranista e Cabalista Misha’El, é um especialista em criptologia bíblica há mais de dez anos, tendo conhecido os segredos dos códigos da Bíblia ainda na adolescência, encontrando diversos códigos na Bíblia que se cumpriram, alguns como a reeleição do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que fora publicado em jornal, vindo causar um grande barulho entre os Petistas em todo o País, ao constatarem a veracidade do código.
Algumas pesquisas realizadas, revelaram códigos surpreendentes, como a 'Queda do Boeing da Gol', que mostraram ligações maiores do que um simples choque entre aeronaves.
No texto criptografado encontra no Livro de Iº Samuel, escrito no 10º século AEC [Antes da Era Comum], o rabino encontrou até mesmo alguns dos nomes dos passageiros que estavam no voo 1907 da Gol.
Obras publicadas/a publicar
Qédem
Carla Ribeiro
Carla Sofia Lopes Ribeiro, nascida a 20 de Julho de 1986, natural de S. Martinho de Mouros. Obteve uma licenciatura em Medicina Veterinária pela Universidade de Trás-os montes.Começou a escrever aos catorze anos, pela vontade que tinha em transmitir para o exterior os seus pensamentos e sentimentos. Estreou-se escrevendo poesia e alguma prosa poética, passando aos contos e, posteriormente, à narrativa mais longa.
Participou em diversos concursos literários, entre os quais os que se seguem:
Em 2001 obteve uma menção honrosa no concurso "Uma Aventura... Literária 2001".
Em 2002 ficou em 1º lugar na modalidade Poesia do concurso “Uma Aventura... Literária 2002”.
Em 2003 ficou em 3º lugar no concurso “Douro Leituras” e o 2º lugar no concurso “Descobrir Vizela”.
Em 2004 ficou em 2º lugar no concurso "Segredos da Minha Terra - Biblioteca Municipal de Vouzela", em 1º lugar nas modalidades de poesia e conto do concurso "Março Mulher 2004", da prefeitura de Guaratinguetá, do Brasil, e uma menção honrosa no Prémio Padre Moreira das Neves em Paredes.
Os seus principais interesses são a história, a literatura, poesia, música e mitologia.
Obras publicadas/a publicar
Pela Sombra Morrerão
Participou em diversos concursos literários, entre os quais os que se seguem:
Em 2001 obteve uma menção honrosa no concurso "Uma Aventura... Literária 2001".
Em 2002 ficou em 1º lugar na modalidade Poesia do concurso “Uma Aventura... Literária 2002”.
Em 2003 ficou em 3º lugar no concurso “Douro Leituras” e o 2º lugar no concurso “Descobrir Vizela”.
Em 2004 ficou em 2º lugar no concurso "Segredos da Minha Terra - Biblioteca Municipal de Vouzela", em 1º lugar nas modalidades de poesia e conto do concurso "Março Mulher 2004", da prefeitura de Guaratinguetá, do Brasil, e uma menção honrosa no Prémio Padre Moreira das Neves em Paredes.
Os seus principais interesses são a história, a literatura, poesia, música e mitologia.
Obras publicadas/a publicar
Pela Sombra Morrerão
Alain de Benoist
Alain de Benoist nasceu a 11 de Dezembro de 1943 em Saint-Symphorien (Indre-et-Loire). É casado e pai de duas crianças.Antigo aluno dos liceus Montaigne e Louis-le-Grand, estudou na faculdade de direito de Paris (direito constitucional) e na Sorbonne (filosofia, sociologia, moral e sociologia, história das religiões).
Carreira:
1962-66 - Secretário de redacção dos Cahiers Universitaires.
1964-68 - Redactor-chefe do boletim informativo semanal L'Observateur Européen.
1967-68 - Director de publicações do Centre des Hautes Études Internationales (HEI).
1968-69 - Redactor-chefe adjunto de L'Echo de la Presse et de la Publicité.
A partir de 1969 - Director da revista Nouvelle Ecole.
1969-76 - Colaborador do Courrier de Paul Dehème.
1970-71 - Redactor-chefe da revista Midi-France.
1970-82 - Critico na Valeurs actuelles e no Spectacle du Monde.
Desde 1973 é editorialista da revista Eléments.
1977-92 - Colaborador do Figaro-Magazine.
1980-92 - Colaborador no « Panorama » da Rádio France-Culture.
Desde 1988 é Director da revista Krisis.
1991-99 – Editorialista de La Lettre de Magazine-Hebdo.
Director de colecção nas edições Copernic (1977-81), nas Editions du Labyrinthe (desde 1982), nas edições Pardès (1989-93), nas edições L'Age d'Homme (desde 2003).
Desde 2008 é um dos cronistas do quinzenário Flash Magazine, Journal Gentil et Inteligent.
Pseudónimos: Robert de Herte, Fabrice Laroche.
Fluente em: inglês, alemão, italiano, espanhol.
Notas biográficas em
Who's Who in France (França).
Annuaire des personnalités françaises (França).
Who's Who in Europe (Belgica).
Who's Who in the World (Estados-Unidos).
International Who's Who of Authors and Writers (Inglaterra).
Marquis Who's Who (Estados Unidos).
Participação em fóruns de discussão na Internet
World Association of International Studies (Estados Unidos, Stanford University)
Evolutionary Psychology (Estados-Unidos)
Geopolitika (Bielorussia)
Campo Antiimperialista (Itália)
Obras publicadas/a publicar
“Guerra Justa”, Terrorismo, Estado de Urgência, e “Nomos da Terra”, A Actualidade de Carl Schmitt
Odinismo e Cristianismo no Terceiro Reich, A Suástica Contra a Irminsul (colectânea v/a)
Para Além dos Direitos do Homem, As Liberdades
Obras publicadas noutras editoras
O que é a Geopolítica, col. « Campo livre », Edições do Templo, Lisboa 1978.
Nova Direita, Nova Cultura. Antologia Critica das Ideias Contemporâneas, col. « Doutrina / Intervenção », Edições Afrodite, Lisboa 1981.
Festejar o Natal, Lendas e Tradições, Hugin Editores, Lisboa 1997.
Comunismo e Nazismo, 25 Reflexões Sobre o Totalitarismo no Século XX (1917—1989), col. « Dissidências », Hugin Editores, Lisboa 1999.
Com ou sem Deus? (colectânea v/a), col. «Dissidências», Hugin Editores, Lisboa 2000.
Céline e a Alemanha, 1933-1945, col. « Dissidências », Hugin Editores, Lisboa 2001.
Carreira:
1962-66 - Secretário de redacção dos Cahiers Universitaires.
1964-68 - Redactor-chefe do boletim informativo semanal L'Observateur Européen.
1967-68 - Director de publicações do Centre des Hautes Études Internationales (HEI).
1968-69 - Redactor-chefe adjunto de L'Echo de la Presse et de la Publicité.
A partir de 1969 - Director da revista Nouvelle Ecole.
1969-76 - Colaborador do Courrier de Paul Dehème.
1970-71 - Redactor-chefe da revista Midi-France.
1970-82 - Critico na Valeurs actuelles e no Spectacle du Monde.
Desde 1973 é editorialista da revista Eléments.
1977-92 - Colaborador do Figaro-Magazine.
1980-92 - Colaborador no « Panorama » da Rádio France-Culture.
Desde 1988 é Director da revista Krisis.
1991-99 – Editorialista de La Lettre de Magazine-Hebdo.
Director de colecção nas edições Copernic (1977-81), nas Editions du Labyrinthe (desde 1982), nas edições Pardès (1989-93), nas edições L'Age d'Homme (desde 2003).
Desde 2008 é um dos cronistas do quinzenário Flash Magazine, Journal Gentil et Inteligent.
Pseudónimos: Robert de Herte, Fabrice Laroche.
Fluente em: inglês, alemão, italiano, espanhol.
Notas biográficas em
Who's Who in France (França).
Annuaire des personnalités françaises (França).
Who's Who in Europe (Belgica).
Who's Who in the World (Estados-Unidos).
International Who's Who of Authors and Writers (Inglaterra).
Marquis Who's Who (Estados Unidos).
Participação em fóruns de discussão na Internet
World Association of International Studies (Estados Unidos, Stanford University)
Evolutionary Psychology (Estados-Unidos)
Geopolitika (Bielorussia)
Campo Antiimperialista (Itália)
Obras publicadas/a publicar
“Guerra Justa”, Terrorismo, Estado de Urgência, e “Nomos da Terra”, A Actualidade de Carl Schmitt
Odinismo e Cristianismo no Terceiro Reich, A Suástica Contra a Irminsul (colectânea v/a)
Para Além dos Direitos do Homem, As Liberdades
Obras publicadas noutras editoras
O que é a Geopolítica, col. « Campo livre », Edições do Templo, Lisboa 1978.
Nova Direita, Nova Cultura. Antologia Critica das Ideias Contemporâneas, col. « Doutrina / Intervenção », Edições Afrodite, Lisboa 1981.
Festejar o Natal, Lendas e Tradições, Hugin Editores, Lisboa 1997.
Comunismo e Nazismo, 25 Reflexões Sobre o Totalitarismo no Século XX (1917—1989), col. « Dissidências », Hugin Editores, Lisboa 1999.
Com ou sem Deus? (colectânea v/a), col. «Dissidências», Hugin Editores, Lisboa 2000.
Céline e a Alemanha, 1933-1945, col. « Dissidências », Hugin Editores, Lisboa 2001.
Mary Rosenblum
Mary Rosenblum, nascida em 1952 em Levittown, Nova Iorque, é autora de obras de ficção científica e de mistério policial. Passou a sua infância em Allison Park, cidade mineira nos arredores de Pittsburgh, e obteve uma licenciatura em biologia na Universidade de Reed, no Oregon.A sua primeira história foi publicada em 1990 e o seu primeiro livro em 1993. A sua carreira iniciou-se, e em grande parte permaneceu, no campo da ficção científica embora, entre 1999 e 2002, tenha escrito uma colecção de romances de suspense policial sob o pseudónimo de Mary Freeman.
Os seus romances policiais são, de acordo com a própria, significantemente diferentes das suas obras de ficção científica, pelo que os seus leitores, dependendo dos géneros, dificilmente se cruzarão.
Em 1994 foi premiada com o galardão Crook na categoria de Melhor Romance de Estreia e em 2009 com o galardão Sidewise na categoria de Melhor História Curta de História Alternativa. Foi também vencedora da Asimov’s Readers Pool em 1997, galardão anual desta conceituada revista americana atribuído aos autores eleitos pelos leitores da revista como tendo sido os melhores do ano.
Foi também autora finalista do prémio Hugo (em 1997) e do prémio Nébula (2009).
A título de curiosidade, além de escritora é também uma conceituada queijeira, sendo professora da confecção artesanal de queijos.
Obras publicadas/a publicar
Golfinho de Júpiter
Os seus romances policiais são, de acordo com a própria, significantemente diferentes das suas obras de ficção científica, pelo que os seus leitores, dependendo dos géneros, dificilmente se cruzarão.
Em 1994 foi premiada com o galardão Crook na categoria de Melhor Romance de Estreia e em 2009 com o galardão Sidewise na categoria de Melhor História Curta de História Alternativa. Foi também vencedora da Asimov’s Readers Pool em 1997, galardão anual desta conceituada revista americana atribuído aos autores eleitos pelos leitores da revista como tendo sido os melhores do ano.
Foi também autora finalista do prémio Hugo (em 1997) e do prémio Nébula (2009).
A título de curiosidade, além de escritora é também uma conceituada queijeira, sendo professora da confecção artesanal de queijos.
Obras publicadas/a publicar
Golfinho de Júpiter
John Zerzan
John Zerzan, nascido em 1943 em Salem filho de pais naturais da Boémia, é um polémico filósofo primitivista americano muito popular entre os partidários da ecologia profunda. A sua obra critica a civilização agrária como sendo inerentemente opressiva, advogando o modo de vida dos humanos pré-históricos como modelo inspiracional para a constituição de uma sociedade de homens livres. Algum do seu criticismo aborda também as questões da domesticação, da linguagem, do pensamento simbólico e o conceito do tempo.Obteve o seu bacharelato na Universidade de Stanford, obteve um mestrado em História na Universidade Estatal de São Francisco, mas apesar de ter frequentado na totalidade o curso para a obtenção do grau de Doutor em Filosofia, na Universidade da Califórnia do Sul, mas abandonou os estudos antes de completar a sua dissertação.
Zerzan é um anarquista assumido e está associado às filosofias do anarquismo pós-esquerdista, anarco-primitivista, eco-anarquista, anti-civilização e neo-luddita, com notável destaque para o criticismo da evolução tecnológica e o modo de vida moderno. Rejeita não só o Estado, mas todas as formas de relações autoritárias e hierárquicas.
A obra de Zerzan debruça-se essencialmente sobre o forte dualismo existente entre o “primitivo” - visto como não-alienado, selvagem, lúdico e socialmente igualitário - e o “civilizado” - visto como alienado, domesticado, socialmente discriminatório e artificialmente hierárquico.
O mesmo defende que a vida anterior à domesticação civilizacional era na realidade uma vida de bem estar, de uma ligação íntima com a Natureza, uma vida saudável marcada por uma sabedoria perene, dos mais remotos valores ancestrais dos nossos antepassados.
Obras publicadas/a publicar
O Crepúsculo das Máquinas
Abastecida Pelo Nada, A Patologia da Civilização
Obras publicadas noutras editoras
Futuro Primitivo, Deriva Editores, 2007.
Zerzan é um anarquista assumido e está associado às filosofias do anarquismo pós-esquerdista, anarco-primitivista, eco-anarquista, anti-civilização e neo-luddita, com notável destaque para o criticismo da evolução tecnológica e o modo de vida moderno. Rejeita não só o Estado, mas todas as formas de relações autoritárias e hierárquicas.
A obra de Zerzan debruça-se essencialmente sobre o forte dualismo existente entre o “primitivo” - visto como não-alienado, selvagem, lúdico e socialmente igualitário - e o “civilizado” - visto como alienado, domesticado, socialmente discriminatório e artificialmente hierárquico.
O mesmo defende que a vida anterior à domesticação civilizacional era na realidade uma vida de bem estar, de uma ligação íntima com a Natureza, uma vida saudável marcada por uma sabedoria perene, dos mais remotos valores ancestrais dos nossos antepassados.
Obras publicadas/a publicar
O Crepúsculo das Máquinas
Abastecida Pelo Nada, A Patologia da Civilização
Obras publicadas noutras editoras
Futuro Primitivo, Deriva Editores, 2007.
Aleksandr Dugin
Aleksandr Dugin, nascido em 1962, é professor de sociologia e director do Centro de Estudos Conservadores na Universidade Estatal de Moscovo, doutor em Ciências Políticas, fundador da Escola Moderna de Geopolítica Russa e líder do Movimento Internacional Eurásico.De 1988 até 1991 foi redactor-chefe do centro editorial "EON".
Desde 1990 é o redactor-chefe do almanaque "Querido anjo".
Desde 1991 é o redactor-chefe do jornal "Elementos".
Desde 1991 é presidente da Associação Histórico-Religiosa Arktogeya.
Em 1996 e em 1997 foi autor e apresentador do conceituado programa de rádio “Finis Mundi” (Rádio 101 FM).
Entre 1997 e 1999 foi o autor e apresentador do programa “Panorama Geopolítico” (Rádio Rússia Livre).
Em 1998 foi conselheiro do Presidente da Duma, Gennadii Selezniova.
Em 1999 foi presidente de secção do "Centro de Análise Geopolítica" do Conselho Consultivo de Análise dos Assuntos de Segurança Nacional junto do Presidente da Duma.
Em 2000 lecciona o curso de "Filosofia Política" na Universidade Internacional Independente de Eco-Politologia.
Desde 2001 foi presidente do Conselho Político e presidente do Movimento Socio-Político de Todas as Rússias, Eurásia, até à sua extinção.
De 2002 até Novembro de 2003 foi presidente do conselho político do Partido da Eurásia, entretanto extinto.
Desde Novembro de 2003 é o presidente do Movimento Internacional Eurásico.
Desde Março de 2008 é o ideólogo oficioso do partido Rússia Unida, partido do governo presidido por Vladimir Putin, de acordo com a informação constante da página oficial do МЕД.
Desde Setembro de 2008 é professor da Universidade Estatal de Moscovo de M.V. Lomonosov e director do Centro de Estudos Conservadores da Faculdade de Sociologia.
Autor de mais de 20 livros, traduzidos para o inglês, o francês, o italiano, o romeno, o árabe, o espanhol e outras línguas, entre as quais, finalmente, o português.
Obras publicadas/a publicar
*A Grande Guerra dos Continentes
*A Filosofia da Guerra
*As Sociedades Secretas e as Forças Ocultas da História
*A Ameaça da Globalização
Edward Uhler Condon
Edward Uhler Condon, nascido a 2 de Março de 1902 e falecido a 26 de Março de 1974, foi um distinto físico nuclear americano, pioneiro no campo da mecânica quântica e um dos responsáveis na criação de radares e no desenvolvimento do armamento nuclear no decorrer da Segunda Guerra Mundial. Foi também presidente da Associação de Físicos Americanos e professor na Universidade do Colorado, na qual dirigiu um polémico estudo do fenómeno OVNI patrocinado pela Força Aérea dos EUA.Nasceu em Alamogordo, no Novo México (EUA), e obteve o seu grau de Doutor em Filosofia na Universidade da Califórnia, em 1926.
Em 1943 Condon ingressou no Projecto Manhattan, contudo passadas seis semanas demitiu-se, no rescaldo dos seus conflitos com o general Leslie R. Groves, director militar do projecto.
Condon foi um dos vários físicos americanos, entre finais dos anos 40 e primórdios dos anos 50, a despoletar a atenção do Comité Para as Actividades Antiamericanas (CPAA), tendo inclusive sido considerado o “elo mais fraco” da segurança dos Estados Unidos.
Em 1948 o presidente Harry Truman, sentado ao seu lado na Convenção Anual da Associação Americana para o Desenvolvimento Científico, denunciou o presidente da CPAA referindo que investigações cientificas cruciais “poderiam ser impossibilitadas devido à criação de uma atmosfera na qual nenhum homem se sentia seguro contra a difusão pública de rumores, mexericos e vilificações sem qualquer fundamento”. Sugerindo que tal coisa era típica do “ambiente de um país totalitário”.
Carl Sagan, outrora aluno de Condon, documentou o testemunho do próprio Condon quando este foi obrigado a apresentar-se perante uma comissão de averiguação: “Dr. Condon, temos indicação de que está à frente de um movimento revolucionário na Física que dá pelo nome de – e aqui o inquisidor leu lenta e cuidadosamente as palavras – “mecânica quântica. O que nos leva a crer que, estando à frente de um movimento revolucionário… possa estar também à frente de um movimento revolucionário de outro género.”
Contudo, a única acusação que conseguiram fundamentar foi de, quando ainda se encontrava na escola, ter trabalhado como ardina num percurso no qual era distribuído um jornal socialista…
Entre 1966 e 1968, Condon dirigiu o Projecto OVNI da Universidade do Colorado. Apesar do projecto se encontrar assolado pela controvérsia e pelas dissidências internas, a sua conclusão – de que todos os Objectos Voadores Não Identificados podem ser prosaicamente explicados – têm sido considerada crucial no parco interesse que o campo de pesquisa OVNI desperta entre os cientistas e os académicos convencionais.
A cratera Condon, na superfície da Lua, foi baptizada em sua honra.
Obras publicadas/a publicar
Análise Científica dos Objectos Voadores Não Identificados
Em 1943 Condon ingressou no Projecto Manhattan, contudo passadas seis semanas demitiu-se, no rescaldo dos seus conflitos com o general Leslie R. Groves, director militar do projecto.
Condon foi um dos vários físicos americanos, entre finais dos anos 40 e primórdios dos anos 50, a despoletar a atenção do Comité Para as Actividades Antiamericanas (CPAA), tendo inclusive sido considerado o “elo mais fraco” da segurança dos Estados Unidos.
Em 1948 o presidente Harry Truman, sentado ao seu lado na Convenção Anual da Associação Americana para o Desenvolvimento Científico, denunciou o presidente da CPAA referindo que investigações cientificas cruciais “poderiam ser impossibilitadas devido à criação de uma atmosfera na qual nenhum homem se sentia seguro contra a difusão pública de rumores, mexericos e vilificações sem qualquer fundamento”. Sugerindo que tal coisa era típica do “ambiente de um país totalitário”.
Carl Sagan, outrora aluno de Condon, documentou o testemunho do próprio Condon quando este foi obrigado a apresentar-se perante uma comissão de averiguação: “Dr. Condon, temos indicação de que está à frente de um movimento revolucionário na Física que dá pelo nome de – e aqui o inquisidor leu lenta e cuidadosamente as palavras – “mecânica quântica. O que nos leva a crer que, estando à frente de um movimento revolucionário… possa estar também à frente de um movimento revolucionário de outro género.”
Contudo, a única acusação que conseguiram fundamentar foi de, quando ainda se encontrava na escola, ter trabalhado como ardina num percurso no qual era distribuído um jornal socialista…
Entre 1966 e 1968, Condon dirigiu o Projecto OVNI da Universidade do Colorado. Apesar do projecto se encontrar assolado pela controvérsia e pelas dissidências internas, a sua conclusão – de que todos os Objectos Voadores Não Identificados podem ser prosaicamente explicados – têm sido considerada crucial no parco interesse que o campo de pesquisa OVNI desperta entre os cientistas e os académicos convencionais.
A cratera Condon, na superfície da Lua, foi baptizada em sua honra.
Obras publicadas/a publicar
Análise Científica dos Objectos Voadores Não Identificados
Nigel Graddon
Nigel Graddon reside no Sul do País de Gales com a sua esposa Val, professora de cuidados especiais, e o seu filho Lewis, licenciado em ciências do desporto. Nigel é o técnico de Tecnologias de Informação e Comunicação responsável pelo Projecto Tecnológico da Assembleia Legislativa do País de Gales, uma inovação na sua carreira de trinta e oito anos, passada em grande parte no sectror privado.A mais avassaladora paixão de Nigel é a história esotérica. Tem estudado as Sabedorias Ancestrais e a tradição metafísica ocidental desde finais dos anos 60 do século XX. O seu interesse por Otto Rahn surgiu em 1995, aquando da leitura “A Arca de Ouro da Taça da Esmeralda: A Demanda do Tenente SS Otto Rhan, do Terceiro Reich”, do coronel Howard A. Buechner, a primeira obra em língua inglesa a abordar as complexas circunstâncias deste enigmático filólogo alemão, investigador do Graal.
Outras áreas de interesse incluem os assassinatos de Whitechapel em 1888 e o criador de Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll. Nigel escreveu diversos artigos acerca destas temáticas para diversas históricas associações britânicas, principalmente para a secção britânica do Grupo Rennes e a Sociedade Sauniere, tendo levado a cabo diversas conferências e apresentações em diversas localidades inglesas e escocesas.
Obras publicadas/por publicar
Otto Rhan e a Demanda Pelo Graal, a Vida Aventureira do Verdadeiro "Indiana Jones"