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Finis Mundi #3

A revista Finis Mundi é uma revista trimestral que se rege pelas ideias inerentes ao livre pensamento, à liberdade de expressão e ao pluralismo de ideias;

A revista Finis Mundi é independente do poder político, do poder económico e de quaisquer grupos de pressão;

A revista Finis Mundi não perfilha nenhuma ideologia política, rácica ou qualquer crença religiosa, sendo a sua conduta o respeito por todas as ideias e crenças, desde que estas se perfilem dentro dos ideais da democracia, da portugalidade, da lusofonia, do respeito pelo ser humano e pelos direitos humanos;

A revista Finis Mundi vai tentar dar voz a uma minoria que já não se consegue identificar com grande parte dos conteúdos vagos oferecidos noutras publicações;

A revista Finis Mundi foi pensada não para os quiosques onde se amontoam revistas de banalidades mas para as livrarias que são, hoje como sempre, o último bastião de qualquer cultura;

A revista Finis Mundi tentará assumir-se como um veículo de transmissão de conhecimento e formação. A política editorial da revista tentará respeitar e dignificar os valores da cultura portuguesa e da História de Portugal segundo uma perspectiva ou paradigma ocidental, não descurando contudo a sua vocação lusófona;

A revista Finis Mundi surge num final se ciclo, na proximidade de uma nova Era que está somente a começar e na qual os pais começam a perceber que é quase certo que os seus filhos tenham uma vida pior que a sua, um período de transição, o fim do “nosso” mundo tal qual o conhecemos… assim sendo, há que recordar o Portugal que existiu, o Portugal que ainda existe e o Portugal que pode vir a existir;

A revista Finis Mundi obedece a um projecto editorial sem uma redacção fixa, sendo o seu conteúdo fornecido por uma rede de académicos e intelectuais (nacionais e internacionais) e gerido por um Conselho Consultivo e um director devidamente identificados. Não obedecendo ao esquema de uma redacção fixa o projecto fica assim aberto a qualquer indivíduo que com ele se identifique e queira colaborar.
GEOPOLÍTICA:
As Grandes linhas da Política Externa Portuguesa nos últimos anos
- António Marques Bessa ●

Interesse público nacional e poder político supranacional. Da Utopia à Distopia
- Sandra Balão ●

Os Estados Unidos, a Turquia e a crise do sistema ocidental
- Tiberio Graziani ●

O pensamento estratégico russo, um encontro com Jean Gerónimo
- Christian Bouchet ●

ACTUALIDADE:
Portugal, uma análise do poder
- João Franco ●

Portugal = Lixo: o porquê de serem excelentes notícias
- João Branco Martins ●

Cerco a Portugal
- Rui Martins ●

Vírus da República
- Artur de Oliveira ●

Os vorazes
- Henrique Salles da Fonseca ●

Transportes para sair da crise
- Jack Soifer ●

Para a constituição da “Plataforma Cidadania, Ecologia e Lusofonia”
- Renato Epifânio ●

O que não nos contam sobre o massacre na Noruega
- Basílio Martins ●

SIS – Não há “secreta” em Portugal
- Frederico Duarte Carvalho ●

ONU, direitos humanos e sinais de perigo
- Manuel Brás ●

A Pobreza das Nações e a Riqueza das Corporações
- Luís Couto ●

O direito de voto e a política contemporânea
- João Oliveira Duarte ●

ANTROPOLOGIA:
O Animal Homem, ou Revisitando a Antropologia
- Humberto Nuno de Oliveira ●

Uma visão antropológica sobre a imagem do Zé Povinho
- Florbela L.S. Gomes ●

RESENHA:
Faces of Death
- Rui Baptista ●

Shogun's Sadim
- Rui Baptista ●

Uma Análise Diferenciada: “Abdicação”, de Fernando Pessoa
- Carlos F. Menz ●

BIOGRAFIA & BIBLIOGRAFIA:
D. Fortunato de S. Boaventura, Vulto do pensamento contra-revolucionário português do século XIX
- Nuno Morgado ●

Um Mestre da Contra-Revolução, D. Francisco Alexandre Lobo
- Mário Casa Nova Martins ●

A Águia e a Renascença Portuguesa - Mito, Educação e Espaço-Público
- José António Miranda Moreira de Almeida ●

Nos 80 anos dos primeiros escritos sobre versificação, A Teoria do Ritmo Verbal na obra de Amorim de Carvalho, Bibliografia Crítica precedida de uma síntese biográfica
- Júlio Amorim de Carvalho ●

DIÁRIOS DE VIAGEM:
Líbia, infra-estruturas civis sob ataque e a implacável guerra informativa
- Leonid Savin ●

Diário de uma temporada na Síria
- Christian Bouchet ●

TRADIÇÃO:
A Oriente: o Reino do Preste João
- Sónia Pedro Sebastião ●

A construção do monoteísmo africano: Mawu e Olódùmarè
- João Ferreira Dias ●

MUNDO:
O que significa ser cidadão de uma verdadeira social-democracia
- Pedro Cotrim ●

Reflexões sobre a pós-democracia
- Alberto Buela ●

Pais e filhos da Revolução Islâmica
O clero iraniano opõe-se à ameaça de perda de poder
- Aleksandr Kuznetsov ●

O ano 2012 será terrível! Dívida pública: como os Estados se tornaram prisioneiros dos bancos
- Alain de Benoist ●

Preço: 12€
Formato: 21/15
Páginas: 274








Finis Mundi #03




Finis Mundi #2


A revista Finis Mundi é uma revista trimestral que se rege pelas ideias inerentes ao livre pensamento, à liberdade de expressão e ao pluralismo de ideias;

A revista Finis Mundi é independente do poder político, do poder económico e de quaisquer grupos de pressão;

A revista Finis Mundi não perfilha nenhuma ideologia política, rácica ou qualquer crença religiosa, sendo a sua conduta o respeito por todas as ideias e crenças, desde que estas se perfilem dentro dos ideais da democracia, da portugalidade, da lusofonia, do respeito pelo ser humano e pelos direitos humanos;

A revista Finis Mundi vai tentar dar voz a uma minoria que já não se consegue identificar com grande parte dos conteúdos vagos oferecidos noutras publicações;

A revista Finis Mundi foi pensada não para os quiosques onde se amontoam revistas de banalidades mas para as livrarias que são, hoje como sempre, o último bastião de qualquer cultura;

A revista Finis Mundi tentará assumir-se como um veículo de transmissão de conhecimento e formação. A política editorial da revista tentará respeitar e dignificar os valores da cultura portuguesa e da História de Portugal segundo uma perspectiva ou paradigma ocidental, não descurando contudo a sua vocação lusófona;

A revista Finis Mundi surge num final se ciclo, na proximidade de uma nova Era que está somente a começar e na qual os pais começam a perceber que é quase certo que os seus filhos tenham uma vida pior que a sua, um período de transição, o fim do “nosso” mundo tal qual o conhecemos… assim sendo, há que recordar o Portugal que existiu, o Portugal que ainda existe e o Portugal que pode vir a existir;

A revista Finis Mundi obedece a um projecto editorial sem uma redacção fixa, sendo o seu conteúdo fornecido por uma rede de académicos e intelectuais (nacionais e internacionais) e gerido por um Conselho Consultivo e um director devidamente identificados. Não obedecendo ao esquema de uma redacção fixa o projecto fica assim aberto a qualquer indivíduo que com ele se identifique e queira colaborar.

Índice

A ÚLTIMA CULTURA:
À Espera do Fim do Mundo, René Guénon e o Kali Yuga
- Richard Smoley ●
Inverno demográfico
- Manuel Brás ●

HISTÓRIA:
A formação da elite política de Cabo Verde
- António Marques Bessa ●
Fala, memória
- Daniel Estulin ●
Os primeiros povoadores portugueses dos Açores, seus nomes e seus
lugares de nascimento
- Carlos Melo Bento ●
As Regiões Autónomas no quadro do Estado Democrático Português
– concepção, atribuições e órgãos de governo próprio
- Teresa Ruel ●

D. SEBASTIÃO - O ELMO DESEJADO:
Do elmo como pórtico
- Álvaro Fernandes ●
Conversas à volta do elmo
- Flávio Gonçalves ●
Ajudar D. Sebastião
- Rainer Daehnhardt ●

RESENHA:
“Salazar, a construção do mito”
- Daniel Nunes Mateus ●
“Day of the dead”, O dia mais negro da humanidade
- Rui Baptista ●

ENSAIO:
Um balanço da cultura soixante-huitard a quarenta anos de
distância (II de II)
- Alexandre Franco de Sá ●
A vivência espiritual portuguesa: estigma histórico-cultural
(II de II)
- Sónia Pedro Sebastião ●

ACTUALIDADE:
Família, pilar da sociedade
- João Pedro Cordeiro ●
Intelectuais e factuais
- Henrique Salles da Fonseca ●
Carta a Fernando Nobre
- Renato Epifânio ●
Que democracia é esta?
- Pedro Quartin Graça ●

BIBLIOGRAFIA:
Mário Saa revisitado
- Mário Casa Nova Martins ●
Salazar, Sobre um livro esquecido durante quarenta anos, a
propósito de um livro recém-publicado
- Jorge Morais ●

MUNDO:
Um instrumento internacional sem políticas de Estado
- Alberto Buela ●
A alienação da moeda e a degradação do Estado como agente
económico
- Luís Tavares do Couto ●
A NATO e a guerra pelo ópio no Afeganistão
- Basílio Martins ●
Índia ou Índias? – Sua(s) Imagem(ns) no Ocidente
- Célia Belim ●
A crise europeia, criada pela Alemanha
- Heiner Flassbeck ●

CULTURA:
A Gaita-de-Foles, e a música popular portuguesa.
- João Franco ●
O inominável na sociedade da informação
- José Almeida ●
Encontro Nacional Evoliano
- Dídimo George ●

MITOLOGIA & TRADIÇÃO:
Uma Certa Anatomia da Melancolia: Luís Vaz de Camões à Luz de
Saturno
- Júlio Mendes Rodrigo ●
Para uma criação terminal
- Álvaro de Sousa Holstein ●
Globalização, Estratégia Nacional e Mitologia Portuguesa.
Uma Leitura Introdutória
- Sandra Maria Rodrigues Balão ●

Preço: 12€
Formato: 21/15
Páginas: 228
ISBN: 978-989-8336-24-8



Finis Mundi #02




Já disponível para envio: Candomblé em Português

Pensada para os portugueses, aberta a todos, esta obra constitui um manual sistemático acerca do Candomblé, desde as suas origens em África até à sua afirmação doutrinária e ortodoxa. Abarcando os assuntos mais essenciais sobre esta religião afro-brasileira que se afirma cada vez mais em Portugal, o autor oferece-nos um guia e um compêndio de estudos para o interior da fé nos Orixás. Tudo o que precisa saber sobre o Candomblé está aqui. Uma obra redigida a partir de dentro, com a seriedade da escrita de quem observa de fora. Para ler a biografia do autor, carregue aqui.
Preço no livreiro: 17€ O nosso preço: 15,30€ (portes incluídos) Formato: 21/15 Páginas: 224 ISBN: 9789898336132 Lançamento: 12 de Março.






PRÉ-VENDA: Candomblé em Português

Já disponível para envio: Finis Mundi #01


A revista Finis Mundi é uma revista trimestral que de rege pelas ideias inerentes ao livre pensamento, à liberdade de expressão e ao pluralismo de ideias;

A revista Finis Mundi é independente do poder político, do poder económico e de quaisquer grupos de pressão;

A revista Finis Mundi não perfilha nenhuma ideologia política, rácica ou qualquer crença religiosa, sendo a sua conduta o respeito por todas as ideias e crenças, desde que estas se perfilem dentro dos ideais da democracia, da portugalidade, da lusofonia, do respeito pelo ser humano e pelos direitos humanos;

A revista Finis Mundi vai tentar dar voz a uma minoria que já não se consegue identificar com grande parte dos conteúdos vagos oferecidos noutras publicações;

A revista Finis Mundi foi pensada não para os quiosques onde se amontoam revistas de banalidades mas para as livrarias que são, hoje como sempre, o último bastião de qualquer cultura;

A revista Finis Mundi tentará assumir-se como um veículo de transmissão de conhecimento e formação. A política editorial da revista tentará respeitar e dignificar os valores da cultura portuguesa e da História de Portugal segundo uma perspectiva ou paradigma ocidental, não descurando contudo a sua vocação lusófona;

A revista Finis Mundi surge num final se ciclo, na proximidade de uma nova Era que está somente a começar e na qual os pais começam a perceber que é quase certo que os seus filhos tenham uma vida pior que a sua, um período de transição, o fim do “nosso” mundo tal qual o conhecemos… assim sendo, há que recordar o Portugal que existiu, o Portugal que ainda existe e o Portugal que pode vir a existir;

A revista Finis Mundi obedece a um projecto editorial sem uma redacção fixa, sendo o seu conteúdo fornecido por uma rede de académicos e intelectuais (nacionais e internacionais) e gerido por um Conselho Consultivo e um director devidamente identificados. Não obedecendo ao esquema de uma redacção fixa o projecto fica assim aberto a qualquer indivíduo que com ele se identifique e queira colaborar. - Estatuto Editorial

Autores publicados neste número:
António Marques Bessa, Alexandre Franco de Sá, Alain de Benoist, Aleksandr Dugin, Alberto Buela, Basílio Martins, Carlos Melo bento, Constança Araújo, Duarte Branquinho, Eduardo Amarante, Filipe Miguel Dias Cardoso, Francisco Gomes de Amorim, Henrique Salles da Fonseca, James Petras, João José Brandão Ferreira, Joaquim Reis, Júlio Mendes Rodrigo, José Almeida, João Gomes, João Franco, Leonid Savin, Luís Couto, Mário Casa Nova Martins, Manuel Brás, Mendo Castro Henriques, Paul Craig Roberts, Rainer Daehnhardt, Renato Epifânio, Rui Baptista, Roberto Mendes, Sandra Balão, Sónia Sebastião, Tiberio Graziani, Vítor Luís Rodrigues e Vítor Martins.

Entrevistados neste número:
Filipe Faria (autor de "Crónicas de Allaryia"), Os Golpes, Fire + Ice, In Gowan Ring e Autumn Grieve.

Conselho consultivo:
Doutor António Marques Bessa, UTL-ISCSP-UAL
Doutora Sónia Margarida Sebastião, UTL-ISCSP
Doutora Sandra Rodrigues Balão, UTL-ISCSP
Doutor Miguel Varela, ISNP-GL

Director:
Flávio Gonçalves

Preço: 12€
Formato: 21/15
Páginas: 266
ISBN: 9789898336187

Consultar índice.





Finis Mundi #01




Já disponível para envio: Pontes de Mudança


Esta obra surgiu da necessidade de avaliar realidades actuais e procurar respostas, na perspectiva da interligação verificada entre a crise social e a crise ambiental.

Emergiu da perspectiva de que a realidade social (como a natural) não é nem será nunca estática. E de que a actual globalização económica é insustentável, em termos ambientais e sociais: não considera a interligação estreita entre a humanidade e o ambiente natural (que formam um todo e como um todo têm de evoluir) e menospreza dinâmicas sociais (não dá resposta às necessidades básicas de cada ser humano, nem às suas necessidades de realização), ao assentar num modelo redutor de crescimento económico.

Estamos hoje, avaliou-se, perante um ponto de bifurcação. A nossa sociedade decai, nas armadilhas da crise actual (social e ambiental), ou emerge em novas formas de ordem.

São necessárias mudanças, que se esboçam, a pensar e implementar. Assumindo a actual orientação possível, concluiu-se, de sociedades sustentáveis e solidárias.

Inclui entrevistas a: Cristovam Buarque, Eugénio Rosa, Pedro Ferraz de Abreu, Rogério Roque Amaro, Sony Kapoor e Viriato Soromenho-Marques.

Preço no livreiro: 15€
O nosso preço: 13,50€ (portes incluídos)
Formato: 21/15
Páginas: 184
ISBN: 978-989-8336-11-8






Pontes de Mudança (-10% de 15€)




Já disponível para envio: Otto Rahn e a Demanda Pelo Graal

Quem foi Otto Rahn? Tratando-se de uma tão notável personalidade, porque é que quase ninguém ouviu falar dele? Mas será mesmo assim tão desconhecido? Os guiões de “Os Salteadores da Arca Perdida” e “Indiana Jones e a Última Cruzada” retratam as aventuras do autor de “Cruzada Contra o Graal” e “A Corte de Lúcifer”, obras já publicadas em Portugal. Diz-se que o filólogo, natural do Hesse alemão, descobriu tabuletas rúnicas nas grutas dos Pirinéus, resultado de um fabuloso trabalho de investigação académica na interpretação de mensagens ocultas contidas no “Parsifal”, obra-mestra da Idade Medieval devotada ao Graal.
Himmler acreditava que os fabulosos artefactos identificados por Otto Rahn incluíam o Santo Graal, a Lança do Destino, as Tábuas de Moisés, a Arca da Aliança, o Candelabro Sagrado e a Urna do Maná. Há quem defenda que Rahn era um guru nazi que retinha uma imensa influência sobre os seus superiores hierárquicos no seio do regime de Hitler, tendo convencido a hierarquia nazi de que o Graal era o Livro Sagrado dos Arianos que, uma vez encontrado, justificaria as suas extremistas teorias políticas e recuperaria os ancestrais mitos germanos.
Mas as coisas nem sempre são o que parecem, e à medida que surgem novos factos acerca de Otto Rahn surge-nos uma história ainda mais extraordinária. Será possível que - longe de ser só um graduado das SS - Otto Rahn fosse também um defensor das liberdades numa era marcada pelo caos e pela crueldade? Terá sido o argonauta moderno que procurou o Tosão de Ouro com o intuito de reacender a Luz da Humanidade?
Descubra a ousada e perigosa vida do tenente das SS cujas obras e aventuras, no mundo real, inspiraram a criação da conhecida personagem hollywoodesca de Indiana Jones.

O autor:

Nigel Graddon reside no Sul do País de Gales com a sua esposa Val, professora de cuidados especiais, e o seu filho Lewis, licenciado em ciências do desporto. Nigel é o técnico de Tecnologias de Informação e Comunicação responsável pelo Projecto Tecnológico da Assembleia Legislativa do País de Gales, uma inovação na sua carreira de trinta e oito anos, passada em grande parte no sector privado.
A mais avassaladora paixão de Nigel é a história esotérica. Tem estudado as Sabedorias Ancestrais e a tradição metafísica ocidental desde finais dos anos 60. O seu interesse por Otto Rahn surgiu em 1995, aquando da leitura de “A Arca de Ouro e a Taça da Esmeralda: A Demanda do Tenente SS Otto Rahn, do Terceiro Reich”, do coronel Howard A. Buechner, a primeira obra em língua inglesa a abordar as complexas circunstâncias deste enigmático filólogo alemão, investigador do Graal.
Outras áreas de interesse incluem os assassinatos de Whitechapel em 1888 e o criador de “Alice no País das Maravilhas”, Lewis Carroll. Nigel escreveu diversos artigos acerca destas temáticas para diversas históricas associações britânicas, principalmente para a secção britânica do Grupo Rennes e a Sociedade Saunière, tendo levado a cabo diversas conferências e apresentações em diversas localidades inglesas e escocesas.

Preço no livreiro: 20€
O nosso preço: 18€ (portes incluídos)
Formato: 19,5/13
Páginas: 524
ISBN: 978-989-8336-09-5





Otto Rahn e a Demanda Pelo Graal (-10% PVP de loja)




Já disponível para envio: Mircea Eliade e a Guarda de Ferro

Do nosso ponto de vista, cremos que a Guarda de Ferro foi um movimento mais religioso e militar que político, havendo que estudá-lo como tal, mais de um ponto de vista sociológico e antropológico-etnológico do que de um ponto de vista ideológico e político (…) a Guarda de Ferro esteve tão estreitamente vinculada às tradições romenas, que a investigação histórica que a queira estudar deverá ir a par com uma pesquisa histórica, religiosa e com tudo o mais que tal possa acarretar.” - Franco Cardini

Mircea Eliade e a Guarda de Ferro constitui uma importante contribuição para a compreensão do itinerário intelectual do grande historiador das religiões, bem como para a história do Movimento Legionário nas suas relações com a cultura romena. Apoiando-se numa abundante documentação, o autor empenhou-se em reconstituir todo um quebra-cabeças, do qual sobressai que uma grande parte da produção teórica e romanesca de Eliade é indissociável do empenho do escritor, nos anos 30, a favor do movimento fundado e dirigido por Corneliu Zelea Codreanu.

A competência de Claudio Mutti sobre este assunto é inquestionável. Falando fluentemente o romeno, traduziu para o italiano os principais textos da literatura legionária e escreveu vários livros sobre o fenómeno legionário e a influência de René Guénon na Roménia.

A FACETA MENOS PROPAGADA DE MIRCEA ELIADE

Mircea Eliade (Bucareste, 13 de Março de 1907 — Chicago, 22 de Abril de 1986) foi um historiador e romancista romeno naturalizado estadunidense. Foi um dos mais importantes e influentes historiadores e filósofo das religiões da contemporaneidade.

Embora o seu trabalho académico nunca tenha estado subordinado às suas crenças políticas, este reflecte a escola de pensamento associada à Roménia do entre-guerras, bem como das obras de Julius Evola, tendo ligações temáticas comuns às do fascismo. O académico Marcel Tolcea tem defendido que, por intermédio da interpretação que Evola fez das obras de Guénon, Eliade manteve uma ligação notável às ideologias nacionalistas e que este transparece nas suas obras.

Um artigo, datado dos anos 30, via Eliade retractar Julius Evola como sendo um grande intelectual e elogiar intelectuais tão polémicos como Oswald Spengler, Arthur de Gobineau, Houston Stewart Chamberlain e inclusive Alfred Rosenberg, ideólogo nazi. Evola, que continuou a defender os princípios do fascismo místico, na sua interpretação de Direita, chegou a protestar que Eliade pecava por não o citar a ele nem a Guénon. Eliade respondeu-lhe que os seus trabalhos se destinavam a um público mais amplo, que não os iniciados dos círculos esotéricos. No final dos anos 60 Eliade, bem como Evola e Rougier, entre outros intelectuais, deram o seu apoio ao GRECE - Groupement de Recherche et d'Études pour la Civilisation Européenne, parte da corrente intelectual que ficou conhecida pelo nome de Nova Direita.

ACERCA DO AUTOR

Claudio Mutti (nascido em 1946) formado em filologia clássica, traduziu para o italiano obras de Plutarco, Aratos, Porfírio, do Imperador Juliano e de Salústio. Depois de ter desenvolvido actividade docente e de pesquisa no Instituto de Filologia Fino-Úgrico de Língua e Literatura Húngara da Universidade de Bolonha, cargo a que teve que renunciar em 1974.

Mutti escreveu diversas obras relativas ao folclore da Europa central, estudando o conteúdo simbólico das tradições populares seguindo os passos das indicações fornecidas por René Guénon. No âmbito de um aprofundado interesse pela cultura da área carpático-danubiana, traduziu numerosos documentos e depoimentos relativos ao movimento legionário romeno e ao movimento das cruzes flechadas húngaro. Em particular, investigou as relações de Mircea Eliade, Emil Cioran e Constantin Noica com o Movimento Legionário; fez pesquisas aprofundadas acerca da influência exercida por René Guénon e Julius Evola nos países da Europa danubiana; deu a conhecer em Itália importantes escritores tradicionalistas tais como o romeno Vasile Lovinescu e o húngaro Béla Hamvas.

Publicou uma vintena de livros e umas centenas de artigos em Itália, na Europa e alhures.

Preço: 10€ (portes incluídos)
Formato: 19,5/12
Páginas: 112
ISBN: 978-989-8336-08-8

Já disponível para envio: Relatório Sobre o Fenómeno OVNI


Esta obra reúne as memórias de Edward J. Ruppelt quanto ao seu papel no estudo seminal da Força Aérea dos Estados Unidos (FAEU) no que diz respeito aos OVNIs: os projectos Sign, Grudge e Livro Azul. De acordo com o seu testemunho, foi o autor o criador do acrónimo “OVNI” bem como de muitos dos procedimentos oficiais na redacção dos relatórios e nos estudos OVNI. Sendo uma leitura agradável, esta obra retracta o sentimento que era trabalhar para os militares dos EUA em meados do século XX. Descreve as alterações de atitude da FAEU no que diz respeito ao fenómeno OVNI nos primórdios da década de 50: indo da negação, do ridículo e da paranóia até ao estudo minucioso do fenómeno.

Um dos pontos chave desta obra é a de esclarecer quaisquer dúvidas acerta do papel dos militares no que diz respeito ao fenómeno. Ruppelt reforça fortemente a ideia de que os OVNIs não são um sistema de armamento ultrasecreto; os relatórios acerca destes eram reais, não se tratava de desinformação criada pelas agências dos serviços secretos; nem houve alguma vez um esforço concertado por parte do governo dos EUA para encobrir o fenómeno OVNI. É verdade que Ruppelt relata as muitas vezes em que as hierarquias tentaram descartar os relatos OVNI sem os investigarem. Contudo, isto surge meramente como um comportamento típico dos militares americanos, o de “deixar andar”, e não de uma vasta conspiração.

Fornece-nos detalhes únicos acerca dos avistamentos mais impressionantes da sua altura. Estes foram, na sua maioria, reportados por testemunhas altamente especializadas, tais como operadores de radar, pilotos quer da aviação comercial quer de caças a jacto, astrónomos, entre outros cientistas, normalmente no decorrer dos seus trabalhos oficiais. O grupo dos serviços secretos da Força Aérea para o qual Ruppelt trabalhava tinha acesso a dados referentes a ultrasecretos lançamentos de balões bem como a voos de teste, o que lhes permitia determinar quais os relatos que podiam ser explicados com base nestes. Aconselhou-se com um vasto número de cientistas especializados, dividindo-se estes entre a hipótese do fenómeno ser de origem extraterrestre e cépticos declarados que encaravam o fenómeno como sendo de origem natural.

Cerca de um quarto dos relatórios mantiveram-se sem uma explicação plausível, mesmo após uma tão rigorosa filtragem. Ruppelt é decididamente céptico, mas de mente aberta, acerca da realidade por detrás dos avistamentos “de origem desconhecida”. Contudo, ao contrário de diversos ovnilogistas, não afirma que os OVNIs são naves espaciais interplanetárias, diz tão só que essa é uma das muitas possibilidades equacionáveis.

Edward J. Ruppelt foi um oficial da Força Aérea dos Estados Unidos que se tornou conhecido graças ao seu envolvimento no Projecto Livro Azul, um estudo formal dos OVNIs levado a cabo pelo governo dos EUA, é-lhe inclusivamente atribuída a responsabilidade da criação da denominação Objecto Voador Não Identificado para substituir o termo “disco voador”, utilizado na altura, por o considerar demasiado sugestivo e desadequado.

Ruppelt foi director da fase final do Projecto Grudge, em final de 1951, até este se transformar no Projecto Livro Azul, ficando responsável por este até 1953. De acordo com o pesquisador OVNI Jerome Clark, “A esmagadora maioria dos estudiosos do [Projecto] Livro Azul concordam que os anos em que Ruppelt se encontrava à frente deste foram os anos de ouro do projecto, quando as investigações foram mais capazmente orientadas e conduzidas. O próprio Ruppelt mantinha a mente aberta acerca dos OVNIs e os seus investigadores não ficaram conhecidos, como os do [Projecto] Grudge, por arranjarem explicações forçadas para os seus casos.”

Preço no livreiro: 17€
O nosso preço: 15,30€ (inclui portes)
Formato: 19,5/13
Páginas: 438
ISBN: 978-989-8336-07-1






Relatório Sobre o Fenómeno OVNI (-10% sobre PVP de loja)




Já disponível para envio: A Grande Guerra dos Continentes

“O principal ideólogo eurasianista da actualidade". - Revista Militar (Portugal)

"Dugin e a sua filosofia não são um episódio insignificante da história intelectual russa; pelo contrário, reflectem a tendência dominante nas actuais correntes políticas e culturais da Rússia. Se quisermos compreender o actual zeitgeist russo, é essencial familiarizar-nos com este intelectual, que exprime os mais profundos sentimentos quer de muitos dos seus concidadãos quer dos seus governantes”. - Azure (Israel)

"Na visão apocalíptica de Dugin, a história do mundo consiste de um confronto centenário entre o hierarquicamente organizado poderio continental "eurásico" e o poderio naval liberal "atlantista". Actualmente, este confronto decorre com a Rússia e os EUA como os principais representantes destes dois tipos antagónicos de civilização, e a batalha final aproxima-se". - Free Republic (EUA)

"Este movimento liderado por Alexander G. Dugin, com a simpatia de Putin, associa num espaço geopolítico comum as potências continentais". - Revista da Armada (Portugal)

"Notório promotor da ideologia eurásica". - World Policy Journal (EUA).

A Grande Guerra dos Continentes enuncia, de modo acessível e condensado, as bases de fundo do Atlantismo (o primado da economia sobre a política) e da ideologia Eurásica (o primado da política sobre a economia), as duas forças antagónicas pelas quais já se regiam as ancestrais Roma e Cartago e, actualmente, se regem as duas maiores potências mundiais: os Estados Unidos da América e a Rússia. É uma obra de referência para qualquer estudante de ciências políticas, principalmente na sua vertente geopolítica, embora aborde, ainda que de modo irónico e bem humorado, a existência de duas “teorias da conspiração”, sob as quais recai a responsabilidade de boa parte dos eventos da História europeia e mundial.

Aleksandr Dugin, nascido em 1962, é professor de sociologia e director do Centro de Estudos Conservadores da Faculdade de Sociologia da Universidade Estatal de Moscovo, doutor em Ciências Políticas, fundador da Escola Moderna de Geopolítica Russa e líder do Movimento Internacional Eurásico.

Em 1999 foi presidente de secção do "Centro de Análises Geopolíticas" do Conselho de Analistas para os Assuntos de Segurança Nacional junto do Presidente da Duma (Assembleia Legislativa russa).

Desde Março de 2008 é o ideólogo oficioso do partido Rússia Unida, partido do governo presidido por Vladimir Putin, de acordo com a informação constante da página oficial do Мovimento Internacional Eurásico. É considerado actualmente como o intelectual mais influente da Rússia, próximo quer do primeiro-ministro, quer do presidente e, inclusive, de muitos líderes da oposição.

É autor de mais de 20 obras, algumas já traduzidas para o inglês, o francês, o italiano, o romeno, o árabe e o espanhol, entre outras línguas nas quais, agora, se inclui o português.

Preço: 10€ (portes incluídos)
Formato: 19,5/12
Páginas: 110
ISBN: Brevemente

Já disponível para envio:

Anton Kraj é um repórter de investigação especializado em documentários dramatizados, o melhor da sua área, cujo filho faleceu vítima de uma epidemia que assolou a Terra há anos. Atormentado pela prematura morte deste, consequência de uma fraude farmacêutica, dedica-se a elaborar docudramas acerca das investigações de fundo que leva a cabo.

Jonah é uma Inteligência Artificial, uma sonda destinada a explorar os oceanos gasosos de Júpiter, em busca de vida inteligente. Concebida na forma de um golfinho mecânico, possui a personalidade de uma criança de 13 anos - precisamente a idade em que faleceu o filho de Anton Kraj.

Da convivência entre os dois surge uma verdadeira cumplicidade, num turbilhão de eventos que ligam na perfeição o estilo da ficção científica com o do romance policial, será Jonah uma máquina ou um individuo? Num futuro, mesmo aqui à porta, como será a nossa relação psicológica com máquinas programadas para terem sentimentos?

Mary Rosenblum
é uma escritora estadunidense de ficção científica e de romances policiais (sob o pseudónimo de Mary Freeman) finalista dos prémios Hugo e Nébula, galardoada com os prémios Sidewise, Crook e Asimov’s Readers Poll.

Preço: 12€ (portes incluídos)
Formato: 17,5/11
Páginas: 92 (de 184)
ISBN: 978-989-8336-04-0
Nota: Volume Duplo, inclui Pela Sombra Morrerão.

Já disponível para envio:

Derek Sherbourne é o último vampiro. É também uma sombra atormentada pelo passado e pela forma cruel como passou de humano influente a criatura das trevas.

Agora, a sua mente conserva uma única determinação: procurar vingança nos descendentes do ser que o transformou. E será, pois, desta forma que Elisa Northwood e a sua filha Christabel serão alvo da tenebrosa vontade do vampiro, caminhando na senda da vingança do imortal, à medida que ele próprio revive o seu passado.

Uma obra que recupera o vampiro como personagem histórico brutal e violento, quase despojado de quaisquer sentimentos e noções de humanidade.

Carla Ribeiro
é uma jovem autora portuguesa que conta já com nove obras publicadas nas áreas da poesia e do fantástico além da colaboração em diversas antologias e na revista Dagon, uma das duas revistas portuguesas dedicadas ao género fantástico.

Preço: 12€ (portes incluídos)
Formato: 17,5/11
Páginas: 92 (de 184)
ISBN: 978-989-8336-04-0
Nota: Volume Duplo, inclui Golfinho de Júpiter.

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Para uns o Rasputine de Himmler, para outros um mero alienado esquizofrénico e megalómano. O popular livro As Raízes Ocultistas do Nazismo, de Nicholas Goodrick-Clarke, viria a celebrizá-lo conferindo-lhe uma aura quase mítica.

A questão permanece envolta em controvérsia. Com base em alguns factos irrefutáveis: os seus estudos e poemas ocultistas, o seu internamento num hospital psiquiátrico de Salzburgo, ou a sua pertença às SS, sobre estas foram tecidas inúmeras lendas e misti cações.

A final qual a sua verdadeira inf luência no Terceiro Reich? A sua obra foi afectada pela sua suposta demência, ou esta vai efectivamente beber aos caudais mais profundos do imaginário völkisch? Wiligut foi, um maníaco, um mago, um neo-cátaro, uma espécie de precursor do paganismo new age ou um pouco de todas estas coisas?

Esta obra do professor universitário francês Christian Bouchet conta ainda com um apêndice de Gerhard Petak (do grupo musical Allerseelen) e uma tradução integral de poemas de Wiligut.

Preço: 10€ (portes incluídos)
Formato: 17/11
Páginas: 104
ISBN: 978-989-8336-03-3

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O Partido defende o ponto de vista de um cristianismo positivo”(Ponto 24 do programa do NSDAP).

Há mais de cinquenta anos a esta parte, muitos quiseram ver no nacional-socialismo uma manifestação do paganismo dos antigos Germanos. Ora, é um facto que os adeptos do paganismo, partidários de uma fé orgânica, tolerante e aberta, foram perseguidos no regime hitleriano, que, em contrapartida, se apoiava em poderosas forças cristãs. É esta atitude complexa do regime nazi face, por um lado, ao paganismo e, por outro, às Igrejas cristãs que esta obra pretende explorar. Com este documento abordamos e esclarecemos um ponto importante da História, talvez não numa abordagem definitiva, iniciando um debate enriquecedor.

Antigo combatente da Legião Estrangeira francesa, posteriormente funcionário da alta administração britânica, John Yeowell, foi uma das figuras mestras da renovação contemporânea da Tradição nórdica. Em 1973, fundou a Odinist for the Restoration of the Odinic Rite que se tornará, em 1982, na Odinic Rite propriamente dita, um dos principais grupos do ressurgimento espiritual nórdico no mundo.

Além da obra integral de Yeowell, este volume contém ainda contributos de Alain de Benoist, Henri Lichtenberger e Detlev Baumann.

Preço: 8€ (portes incluídos)
Formato: 20/13
Páginas: 74
ISBN: 978-989-8336-02-6

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Neste seu trabalho Alain de Benoist contesta radicalmente a legitimidade teórica, política e moral do conceito de “guerra justa”, contra o terrorismo “global”.

Demonstra como este pode ser remetido às suas dimensões mais simples e naturais, que permitiriam combatê-lo sem o alimentar.

Relaciona-o com o fenómeno, tipicamente moderno, da criminalização do inimigo, segundo a análise de Carl Schmitt, cuja actualidade é apurada por Benoist. O terrorismo, com efeito, não tem apenas raízes islâmicas, mas igualmente ocidentais e até estatais.

De facto a “globalização” do terrorismo lembra irresistivelmente as teses de Schmitt na sua Teoria da Guerrilha.

O autor chega à conclusão de que o “globalitarismo” americano contém um perigo mortal para o mundo moderno, ao ocultar a origem do elemento político e conflitual na vida do homem. Consequentemente um planeta “definitivamente pacificado” pela hegemonia “benévola” dos Estados Unidos da América pode vir a produzir uma guerra civil mundial sem fim e de proporções catastróficas.

Preço: 12€ (portes incluídos)
Formato: 20/13
Páginas: 156
ISBN: 978-989-8336-01-9